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Zumbido no ouvido: como o dentista pode ajudar

O zumbido no ouvido é uma sensação sonora independente de estímulos externos que acomete cerca de 28 milhões de brasileiros e causa um enorme desconforto.

O zumbido pode apresentar mais de uma causa em um único paciente, que podem  estar relacionadas a fatores otológicos (ouvido) ou não, como neurológicos, metabólicos, farmacológicos, vasculares, musculares, odontológicos (desordens temporo mandibulares) e até mesmo psíquicos. 

Além do zumbido outros sintomas não-específicos são associados às Desordens Temporo Mandibulares (DTM) como dor de ouvido (otalgia), tontura, vertigem e perda de audição (hipoacusia).

Como profissional de saúde especialista em cabeça e pescoço, o dentista é capaz de identificar desordens (DTM) e pontos de gatilho (trigger points) que podem estar relacionados à presença do zumbido. Os pontos de gatilho musculares são pequenas áreas hipersensíveis e tensas localizadas nos músculos que, espontaneamente ou sob estímulo mecânico (palpação), desencadeiam dor local e referida (à distância). Muitos estudos têm relacionado a presença desses pontos de gatilho musculares na região cervical com o zumbido.

A relação entre DTM e zumbido são: 1. apertamento dentário e o mau posicionamento do côndilo mandibular; 2. diminuição da dimensão vertical de oclusão por desgaste dentário execessivo ou não reposição de dentes posteriores perdidos; 3.  movimentos contralaterais forçados na ATM  devido ao bruxismo (ranger de dentes); 4. alteração articular funcional ou inflamatória da ATM; 5. estresse emocional; 6. desordem na ATM (deslocamento do disco articular); 7. dor miofascial nos músculos da mastigação (presença de trigger points).

Descartados fatores puramente otológicos como otites, tumores, lesões dos órgãos do ouvido ou até mesmo de origem sistêmica como diabetes, problemas de tireóide e dislipidemia, o tratamento do zumbido, deve envolver o acompanhamento multidisciplinar por otorrinolaringologista, cirurgião dentista, fisioterapeuta e psicólogo, para a identificação e tratamento de todos os fatores causais.  Na maior parte dos casos, tratamentos clínicos conservadores são suficientes para o controle dos sintomas, mas em alguns casos pode ser necessária a execução de cirurgias. 


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